Redação
Um acidente impressionante envolvendo três veículos, na noite desta quinta-feira (24), na avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, por pouco não terminou em tragédia. Apesar da força da colisão e dos danos visíveis aos carros, ninguém ficou gravemente ferido — um alívio que, no entanto, não apaga a gravidade da situação.
A principal suspeita é de que os motoristas participavam de um “racha”, em plena via urbana, colocando em risco não apenas suas vidas, mas também a de pessoas inocentes que circulavam pela região. Um dos carros colidiu violentamente com a traseira de um Voyage, que acabou se chocando contra uma estrutura metálica no canteiro central. Os outros dois veículos seguiram em direções diferentes após o impacto: um foi encontrado em um posto de combustíveis e o outro em um hospital.
Durante a apuração, surgiu ainda mais uma camada de irresponsabilidade: uma mulher tentou assumir a culpa no lugar do namorado, cuja CNH estava vencida — uma tentativa clara de burlar a lei e evitar penalizações.
Ainda não se sabe a idade dos envolvidos, mas a condução inconsequente, típica da imaturidade, sugere que sejam adolescentes ou jovens adultos que tratam o trânsito como pista de corrida. E é justamente isso que revolta: como é possível que, após colocar vidas em risco, pessoas como essas continuem com o direito de dirigir? O Brasil precisa discutir com mais seriedade a punição para esse tipo de crime. Casos como esse deveriam resultar na suspensão imediata e definitiva da habilitação dos envolvidos.
Felizmente, desta vez não houve vítimas fatais. Mas até quando vamos contar com a sorte? É urgente endurecer as leis e impedir que irresponsáveis reincidam no trânsito antes que vidas inocentes sejam ceifadas.
A Polícia Civil investiga o caso e deve responsabilizar os envolvidos pelos crimes de direção perigosa, falsidade ideológica e participação em racha. A sociedade espera
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